BARBEARIA DA PONTE

Rua da Ponte - Arcos de Valdevez

RIO VEZ (poema)

Descendo do alto da serra
O Rio Vez sem parar
À nossa querida terra
Muita beleza vem dar

Belezas que são um encanto
Que a qualquer um causa espanto
São mesmo maravilhosas
Desde a Toural às Pedrosas

E no verão
Tempo de calor
O arcuense a tranpirar
Nele vai mergulhar
Para se refrescar

Até mesmo os turistas
Ao verem o nosso Rio
Não resistem à tentação
Principalmente no verão
De seus sapatos tirar
E em suas águas seus pés molhar

No inverno com suas cheias
Que tantos danos vem causar
Ninguém, mesmo ninguém
O deixa de admirar

Os pescadores, esses então
Os seus peixes vão pescar
Ele pensa e com razão
Que o estão a roubar.
Mas, enfim...
A vida é mesmo assim
E Ele, o nosso Rio, sabe perdoar.

ARCOS DE VALDEVEZ (poema)

Arcos de Valdevez
É minha terra natal.
Foi meu berço,
Berço de criança
Em tempestade ou bonança
Nunca me faltou com o pão
Deu-me tudo que era bom
Amor e carinho
Neste cantinho
De Portugal.
Tem um encanto maravilhoso,
Sendo mesmo sumptuoso,
Não havendo outro igual!...
Porque toda a sua beleza
É natural.
Tem o Rio Vez
Que calmamente
E docemente
A vem beijar
E todo contente
Por ela passa a cantar.
Toda a gente que a visita
Não deixam de a admirar
Levando em sua mente,
Para sempre,
As imagens
da suas paisagens.
Não é para a envaidecer
Nem engrandecer
Que lhe dedico este poema,
Pois só digo o que é real
Da minha terra natal
Que é das terras mais lindas
Do nosso lindo Portugal.